DILMA ROUSSEFF, A MAIS INFLUENTE PERSONALIDADE DE 2011, SEGUNDO A "TIME"

A presidente Dilma Rousseff está entre as mais influentes do mundo em 2011, segundo a revista ‘Time’.

Na lista do periódico que chega às bancas dos EUA nesta sexta-feira, 22 de abril, incluem líderes, artistas, ativistas, pesquisadores e empresários.

O texto sobre Dilma foi escrito pela ex-presidente do Chile, atual diretora da agência da Organização das Nações Unidas, Michelle Bachelet.

A presidenta Dilma Rousseff foi escolhida pela revista americana “Time” como uma das cem pessoas mais influentes do mundo em 2011, fazendo parte de uma lista que inclui líderes, artistas, ativistas, pesquisadores e empresários.

Bachelet diz que “não é fácil ser a primeira mulher a governar um país” por causa do preconceito e dos estereótipos que ainda precisam ser combatidos. Mais difícil ainda, segundo a ex-líder chilena, é governar um país “tão grande e tão globalmente relevante como o Brasil.”

“O Brasil está vivendo um momento único em sua história, um momento de grande oportunidade que requer um líder com experiência sólida e ideais firmes. Dilma oferece exatamente essa combinação virtuosa entre sabedoria e convicção que seu país precisa.” – citou Bachelet.

“A nova líder do Brasil é uma lutadora corajosa que enfrentou a antiga ditadura militar e dedicou sua vida a construir uma alternativa democrática para o desenvolvimento, a igualdade social e os direitos das mulheres” – completou.

Já é o segundo ano consecutivo em que um líder brasileiro aparece na lista da revista americana. No ano passado havia sido o ex-presidente Lula, que já havia saído como destaque na edição de 2004 da ‘Time’

A Lista
As 100 pessoas mais influentes do mundo é publicada pela revista americana “Time” anualmente desde 2004. Na edição deste ano também foram lembrados a chanceler alemã, Angela Merkel; o presidente francês, Nicolas Sarkozy; o líder americano Barack Obama e sua mulher, Michelle; o príncipe William e sua noiva, Kate Middleton; a secretária de Estado americana, Hillary Clinton; o primeiro-ministro britânico, David Cameron; e o primeiro-ministro de Israel, Benyamin Netanyahu.